quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Senador dos EUA processa Deus


O senador Ernie Chambers, do estado de Nebraska, abriu um processo contra Deus no condado de Douglas.


Conhecido por críticas aos cristãos, o democrata disse no processo, que abriu semana passada, que Deus gera medo e que é responsável por milhões de mortes e destruições pelo mundo. Segundo ele, Deus gerou “inundações, furacões horríveis e terríveis tornados”.


Chambers comentou que Deus fez ameaças terroristas contra ele e seus eleitores.


Conforme o senador, ele abriu o processo em Douglas porque Deus está em todos as partes.


Segundo Chambers, a iniciativa foi uma forma de protestar contra o alto número de processos que são abertos pelos americanos que ele considera ridículos.

Ainda não se sabe quem será o advogado de Deus...

Fonte: G1 planeta Bizarro

Hotel cria a sobremesa ‘mais cara do mundo’


Um resort no Sri Lanka está cobrando US$ 14.500 (cerca de R$ 29 mil) pela “sobremesa mais cara do mundo”, um doce cheio de frutas que vem com uma escultura de chocolate e uma pedra preciosa.



Segundo o site "Forbes Traveler", esta é realmente a sobremesa mais cara do mundo. Em segundo lugar, empatados, estão um brownie de um resort de Atlantic City, e um Sundae, em Nova York, por US$ 1.000 (cerca de R$ 2 mil) cada, ainda conforme o site.


"A Indulgência Elevada do Pescador", nome do doce, foi criada para dar aos visitantes do resort The Fortress (“A Fortaleza”, em inglês), na cidade costeira de Galle, uma experiência única, segundo o gerente de relações-públicas do hotel, Shalini Perera.


Saiba mais

A sobremesa é uma cassata italiana de folha dourada com Irish cream, servida com compota de manga e romã e com calda de Sabayon de Champagne (sobremesa francesa feita de gema de ovo batida).


A sobremesa é decorada com uma escultura de chocolate representando um pescador se agarrando numa palafita, que é uma antiga forma de pesca local, além de uma água marinha de 80 quilates.


A sobremesa, porém, tem que ser encomendada previamente, disse Perera.


Apesar do hotel ter recebido ligações até do Japão perguntando sobre a delícia, ninguém ainda desembolsou a soma necessária para saborear o refinado prato.

E você, quanto pagaria por uma sobremesa?

Fonte: G1 Planeta bizzarro

O verdadeiro "Picasso"


O artista Tim Patch, que não usa um pincel convencional, produz um quadro novo durante a feira de sexo de Johannesburgo, na África do Sul (Foto: Antony Kaminju/Reuters)

Para quem se interessou pela técnica "diferente" utilizada por Tim Patch, no site do artista é possível vê-lo em ação em um vídeo.

Fonte: G1 Planeta Bizarro

Não deu no coro...


Justiça britânica condena polícia no caso Jean Charles


A Polícia Metropolitana de Londres foi considerada culpada nesta quarta-feira de colocar a segurança pública em risco no episódio que resultou na morte do eletricista brasileiro Jean Charles de Menezes.

O eletricista foi morto a tiros pela polícia em 22 de julho de 2005, ao entrar em um vagão de metrô na estação de Stockwell, no sul de Londres, depois de ser confundido com um homem-bomba.

A promotoria identificou 19 falhas da operação policial nas horas anteriores à morte de Jean Charles.

O eletricista foi morto um dia depois de atentados frustrados contra o sistema de transporte de Londres.

A polícia foi condenada a pagar multa de 175 mil libras (cerca de R$ 634 mil) e mais 385 mil libras (cerca de R$ 1,394 milhão) pelos custos do processo.

A comandante Cressida Dick, que estava à frente da operação, foi isenta de qualquer responsabilidade individual.

Defesa

Em um comunicado, o chefe da Autoridade da Polícia Metropolitana, Len Duvall, disse que policiar Londres é um "trabalho duro".

"A gente pede à polícia que faça um trabalho difícil em nosso nome e, às vezes, eles cometem erros", disse Duvall.

"Este caso elvou à morte trágica de um inocente", acrescentou. "Nosso objetivo é garantir que todos aprendam algo com essa tragédia."

O advogado de defesa da polícia, Ronald Thwaites, disse ao júri que Jean Charles estava agindo "de maneira agressiva e ameaçadora" quando foi interpelado pelos policiais, mas ativistas reagiram com protestos e acusaram a polícia de tentar denegrir a imagem do brasileiro.

A promotoria também acusou a defesa de manipular uma composição fotográfica juntando o rosto de Jean Charles e do suspeito Hussein Osman, com quem o brasileiro foi confundido, para fazer com que os dois ficassem mais parecidos.

A estimativa é de que a investigação e o julgamento tenham custado 3,5 milhões de libras em dinheiro público (cerca de R$ 12,6 milhões).

Antes do início do julgamento, o comandante da Polícia Metropolitana, Ian Blair, disse temer que um veredicto de "culpado" tivesse um impacto profundo no policiamento em toda a Grã-Bretanha.

Falhas

Durante o julgamento, a promotoria argumentou que "falhas fundamentais" em todos os níveis levaram à morte de Jean Charles.

A operação começou quando detetives que investigavam os atentados fracassados da véspera ligaram um dos suspeitos, Hussein Osman, a um bloco de apartamentos no sul de Londres.

Jean Charles morava no mesmo prédio e, quando saiu de casa, às 9h30 (hora local), os agentes de vigilância não estavam certos se ele era o alvo.

A promotoria disse ao júri que a situação piorou porque os oficiais mais altos falharam em se ater ao plano antes acordado, enquanto a patrulha armada foi mal informada e nas ocasiões erradas.

A polícia negou essas alegações e afirmou que os comandantes e agentes que participaram da operação fizeram o possível para interceptar o suspeito e minimizar os riscos para o público.

Fonte: BBC Brasil

Evangélicos oram pelo 'Senhor das armas'


Os fiéis da igreja Assembléia de Deus Ministério Missionário, em Goiás, celebraram um culto evangélico para orar por Valdenício Antunes Barbosa, também conhecido pela polícia como Val, João Grandão ou “Senhor das armas”. Acusado de contrabando e considerado um dos maiores traficantes de armas do país, ele se entregou à Justiça do Rio na tarde de terça-feira (30).


João Grandão se apresentou à Justiça e disse que agora é pastor (Foto: Reprodução)

“Todos ficaram chocados ao saber que ele era envolvido com o crime. Ele revelou tudo durante um testemunho na igreja. Ficamos sensibilizados, mas exigimos que ele pagasse a dívida dele com a Justiça”, contou a sogra de Val, a costureira Rosemeire Garcez, de 39 anos.

Segundo ela, Val chegou a revelar que já teve um grande patrimônio, entre imóveis e dinheiro, mas que perdera tudo. “A gente nem queria saber, jamais iríamos aceitar qualquer coisa de origem criminosa, coisa do demônio”.


De acordo com Rosemeire, desde que se casou, há quase 2 anos, com a cantora evangélica Daniella Garcez Barbosa, 21, Val passou a ajudá-la na venda de CDs e trabalhando como motorista de uma kombi que levava os integrantes da igreja para cultos em outras cidades. Convertido, foi convencido pelo sogro, o pastor Elias Domingues Garcez, a entregar-se à Justiça. “A história do seu testemunho tem que ter começo, meio e fim”, teria cobrado o missionário.

No fim de semana, Val acompanhou a mulher ao Acre, onde ela cantaria num congresso evangélico e, lá, tomou a decisão de se apresentar no Rio. De voz mansa, atencioso com a mulher e a família, João Grandão não despertava a menor suspeita de ser um criminoso que já esteve ligado aos maiores traficantes de drogas do país intermediando venda de armas para as quadrilhas mais perigosas do Rio, São Paulo e Minas Gerais, contou a sogra.

Em depoimento à juíza Renata Gil de Alcântara Videira, Val negou ter intermediado a compra de um avião no valor de R$ 240 mil para transportar armas e munição para quadrilhas do Rio e qualquer envolvimento com Robson André da Silva, o Robinho Pinga, que está preso, e era considerado o maior traficante de drogas da Zona Oeste. Em paióis de armas de Robinho, localizados pela polícia, foram encontrados até minas terrestres. As investigações foram feitas pela Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).


No depoimento à juíza, João Grandão admitiu, no entanto, que no ano de 2002 residia em Foz do Iguaçu, quando conheceu o traficante Paulo César Silva dos Santos, o Linho, para quem “executava serviços relativos ao tráfico de entorpecentes e tráfico de armas”.

Na próxima semana ele será intimado a depor na Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae). Foi o titular da especializada, o delegado Carlos Oliveira, que pediu a prisão de João Grandão decretada em junho deste ano.

Fonte: G1 o portal de noticias da Globo

SP: três helicópteros caem em intervalo de 2 horas


Três helicópteros caíram em menos de duas horas, na tarde desta quarta-feira, no Estado de São Paulo. Às 13h50 um aparelho caiu nas proximidades do Helipark, em Carapicuíba (SP), deixando três mortos e um ferido. Vinte minutos depois, um helicóptero caiu em Mogi das Cruzes, ferindo os dois ocupantes. Por volta das 15h40, uma terceira queda de helicóptero foi registrada em Ribeirão Preto. Três pessoas ficaram feridas.

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O acidente em Carapicuíba ocorreu no Parque Jandaia, envolvendo um aparelho modelo Robinson R44, prefixo PTYMF. As vítimas fatais são avó e neto, que foram identificadas como Regina Ticolate Velloso, 78 anos, e João Dantas de Moraes, 16 anos, além do pai de João, o piloto e proprietário do aparelho Inácio Bueno de Moraes Neto, 62 anos.

Regina Maria Velloso de Moraes, única sobrevivente da tragédia, está fora de perigo, internada no Hospital Albert Einstein, na capital paulista.

Em Mogi das Cruzes, os dois ocupantes do Robinson R22 saíram feridos da queda do helicóptero, ocorrida na estrada das Varinhas, em uma área onde se pratica aeromodelismo. Os feridos foram encaminhados para o Hospital da Aeronáutica de São Paulo e passam bem.

No acidente ocorrido em Ribeirão Preto, segundo o delegado da 4ª Delegacia de Polícia, Haroldo Charud, a queda do helicóptero Bell Jet Ranger, prefixo PTHTJ, teria sido provocada por uma rajada de vento no momento da decolagem.

Os três ocupantes ficaram levemente feridos e foram encaminhados para os hospitais São Lucas e São Paulo. A aeronave, que pertenceria à empresa ABC Helicópteros, pegou fogo após o acidente.

Fonte: Terra